A tecnologia na endodontia permite que muitos casos clínicos sejam instrumentados e obturados em sessão única. Porém, em alguns casos clínicos, devido à possibilidade de reinfecção, não é possível realizar o tratamento endodôntico em sessão única.
Saiba como escolher a medicação intracanal
Em alguns casos clínicos, a medicação intracanal é utilizada para combater os microrganismos ainda presentes após o preparo químico-cirúrgico ou para modular a reação inflamatória após o preparo do conduto. Devido à importância da utilização dos curativos de demora entre as sessões endodônticas, é importante que o profissional conheça as características físico-químicas das medicações intracanal para escolher em quais situações utilizar para que haja sucesso no resultado final.
Quando usar a medicação intracanal (MIC)?
A eliminação de microorganismos no interior do canal radicular é uma preocupação constante na endodontia. Para escolher a medicação mais indicada para cada caso, é necessário diagnosticar corretamente a condição do tecido pulpar.
A medicação intracanal (MIC) é indicada para:
- modular a reação inflamatória;
- manutenção da cadeia asséptica;
- diminuição de dor;
- preservação do coto pulpar;
- apicificação;
- reabsorções radiculares;
- perfurações;
- exsudamos persistentes.
A ação da medicação em endodontia está relacionada à:
- veículo (aquoso, oleoso ou viscoso);
- concentração.
Qual a medicação intracanal indicada para polpa viva?
Para polpa viva, é importante escolher uma medicação que preserve o tecido pulpar e minimize a dor. Algumas opções incluem medicações com propriedades anti-inflamatórias e antibacterianas.
Qual a medicação intracanal indicada para polpa morta?
Para polpa morta, é importante escolher uma medicação que elimine os microorganismos presentes no canal radicular e minimize a reação inflamatória. Algumas opções incluem medicações com propriedades antibacterianas e antifúngicas.
Conclusão
Em resumo, a escolha da medicação intracanal adequada é fundamental para o sucesso do tratamento endodôntico. É importante que o profissional conheça as características físico-químicas das medicações intracanal e escolha a mais indicada para cada caso clínico, considerando a condição do tecido pulpar e as necessidades específicas do paciente.





